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O Presidente da Rede Brasil do Pacto Global, André Oliveira, frisou o protagonismo da Rede Brasil na difusão dos ODS para o setor privado brasileiro
Imagem: Luiz Fernando Campos/Rede Brasil do Pacto Global

Rede Brasil planeja estratégia de ação até 2020

Publicado em 10 de fevereiro de 2017

O ano de 2016 foi decisivo para a consolidação das atividades da Rede Brasil do Pacto Global para os próximos anos. No dia 28 de setembro, foi realizada mesa redonda para o planejamento estratégico 2017-2020, que contou com a participação de diversos atores, entre empresas do Comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG), organizações parceiras, agências da ONU e representante do UN Global Compact. Entre os desafios, o estabelecimento de parcerias, interface com políticas públicas e o financiamento das ações que envolverão os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Agenda 2030, com base no SDG Action Plan, definido durante o Leaders Summit 2016, em Nova York.

O Presidente da Rede Brasil e Diretor Jurídico e CCO da BASF América do Sul, André Oliveira, destacou que foi a primeira vez que foi feito um planejamento com a participação de diferentes atores, de forma a somar experiências e construir uma agenda para os próximos anos de forma colaborativa. “É importante inserir os ODS de forma transversal dentro da Rede, de forma a obtermos resultados efetivos para o alcance deles”, afirmou.

Ele destacou o momento de maturidade vivido pela Rede Brasil, que vem crescendo e ganhando visibilidade nos últimos anos, com a consolidação dos Grupos Temáticos ocupando um papel importante de interlocutor com o UN Global Compact, as outras redes locais e, em âmbito nacional, com o poder público. “Temos grande potencial para sermos definitivamente referência na articulação da Agenda 2030 junto ao setor privado brasileiro”, disse.

As pessoas foram divididas pelas temáticas dos GTs da Rede Brasil – Água, Alimentos e Agricultura, Anticorrupção, Direitos Humanos e Trabalho, Energia e Clima e ODS. Cada grupo teve a missão de elencar os ODS prioritários, explorar as possibilidades de parceria e interação com políticas públicas, bem como identificar as melhores formas de financiamento e elaborar um plano estratégico de ação.

Nova realidade empresarial
Para a Vice-Presidente da Rede Brasil do Pacto Global e Coordenadora do GT ODS, Denise Hills, que é Superintendente de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú Unibanco, as empresas têm um desafio interno. “Elas vão precisar traduzir o significado dos ODS para suas estratégias, e o SDG Compass é uma grande ferramenta para isso. A ideia é que a Agenda 2030 vá desaparecendo aos poucos e instaure uma nova realidade para as empresas”, destacou.

A Local Networks Capacity Building do UN Global Compact, Natalia Uliana, participou da mesa redonda apresentando as novas estratégias e metodologias de Nova York. “A Rede Brasil mais uma vez se colocou como pioneira na região. Na realização dessa dinâmica, pudemos ver comprometimento dos participantes com o Pacto Global e isso é realmente sensacional. Vemos na Rede Brasil uma grande parceira. Sempre que temos uma missão nova, a Rede Brasil nos ajuda a disseminar isso. Portanto, é uma referência para outras”, comentou.

Troca entre GTs
Para o Coordenador do GT Anticorrupção e Diretor de Compliance da Siemens, Reynaldo Goto, a atividade trouxe grandes possibilidades de interface com os outros GTs. “Eu acho inspirador ver as excelentes iniciativas que os outros GTs têm, e a gente consegue perceber os pontos de interseção entre eles. É bastante positivo, até para o nosso próprio aprendizado e para buscarmos sinergias”, observou.

Segundo a Cordenadora dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU Mulheres, Adriana Carvalho, a mesa redonda trará bons resultados. “Conseguimos reunir pessoas de diversos segmentos, de muitas experiências e backgrounds diferentes, e toda essa troca fez realmente com que a gente pudesse pensar sobre o nosso próprio trabalho de uma forma diferente. E os ODS falam dessa necessidade da integração entre as questões ambientais, sociais econômicas. Isso nos ajuda a sair do pensamento habitual, da lógica velha”, opinou.

 


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